O juiz responsável concluiu que treinar – e apenas treinar – modelos com livros físicos comprados legalmente, e depois digitalizados, sem autorização dos autores, constitui uso justo. Apesar disso, a empresa ainda enfrentará um julgamento separado por ter pirateado “milhões” de obras disponíveis na internet e armazenado-as em sua própria biblioteca. As informações são do site The Verge.
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