É mais fácil comprometer a segurança de um CEO humano ou de um CEO artificial? A crescente presença de agentes de IA em funções estratégicas levanta um debate central: quem é mais vulnerável a ataques — um CEO humano ou um CEO artificial? A resposta exige compreender a natureza distinta de suas fragilidades. O CEO humano, apesar de experiência e liderança, permanece suscetível à engenharia social , pois carrega traços impossíveis de eliminar: pressa, confiança excessiva, vaidade e fadiga. Esses fatores tornam mais simples explorar decisões impulsivas ou abrir brechas por descuido. Já o CEO artificial opera sem emoção e segue protocolos rígidos, dificultando manipulações subjetivas. No entanto, sua força é também sua fraqueza: por depender completamente de sistemas digitais, ele se torna alvo de ataques técnicos , como vulnerabilidades em servidores, injeção de prompts ou falhas em integrações externas. Assim, comprometer um humano tende a ser mais fácil , pois o vetor de ataque ...
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