A crescente adoção da inteligência artificial (IA) no desenvolvimento de interfaces de usuário (UI) evidencia um avanço tecnológico significativo, mas também revela limitações importantes que precisam ser consideradas. Embora ferramentas de vibe coding — que geram código a partir de descrições em texto simples — acelerem o processo de criação, elas não garantem, por si só, a qualidade estética e funcional de uma UI. A tese aqui apresentada defende que, para que a IA seja efetivamente útil na geração de interfaces de qualidade, é fundamental a intervenção humana na definição clara de especificações visuais e design prévio. Um dos principais desafios das interfaces geradas automaticamente pelas IAs é a uniformidade e falta de identidade visual. Muitas vezes, essas UIs apresentam elementos repetitivos e padrões genéricos, como fontes e espaçamentos padronizados que, embora funcionais, carecem de personalidade e sofisticação. Isso mostra que a IA, ao basear-se no seu treinamento com dado...