Pular para o conteúdo principal

Postagens

Mostrando postagens com o rótulo música

Os Documentos de Domingo

Ao investigar dicas para pintar laminados, percebe-se a variedade de técnicas e opiniões disponíveis, mostrando a complexidade do processo. O artigo destaca a colaboração criativa na produção de grafites em Left 4 Dead, enfatizando a autenticidade e o envolvimento coletivo. Também menciona o gênero dos shooters de extração solo, com o jogo Witchfire oferecendo uma experiência única, sem elementos comuns como microtransações ou lobbies. A evolução da IA em jogos, exemplificada pela criatura de Black & White, conecta-se a avanços reais em inteligência artificial, como os promovidos pela Google DeepMind. Contudo, os riscos e controvérsias envolvendo IA no mundo real são ressaltados, incluindo impactos negativos recentes. Por fim, a narrativa acompanha a influência emocional da música da banda Heavenly na experiência pessoal da autora, além de refletir sobre a retirada de Sylvan Esso do Spotify devido a vínculos do CEO com empresas de armamento de IA. Fonte: https://www.rockpapersh...

Os Documentos de Domingo

O texto aborda diversas reflexões sobre jogos, música e escrita. Destaca a resiliência da indústria australiana de games, que sofreu um êxodo significativo de talentos. Também traz insights do criador de Guilty Gear sobre os riscos da especialização excessiva em desenvolvimento de jogos. A trilha sonora do jogo Extraction Shooter é descrita como emocionalmente envolvente e inovadora. Discute-se o uso do Kickstarter como ferramenta ainda subutilizada, por dificuldades em precificar recompensas digitais. Há uma crítica ao uso de IA na escrita, questionando a legitimidade de quem delega a criação a máquinas. Por fim, menciona a revalorização da banda Biffy Clyro para trilha sonora noturna, sugerindo usos alternativos para suas músicas em atividades noturnas. Fonte: https://www.rockpapershotgun.com/the-sunday-papers-805

O mundo está basicamente implorando por outro iPod

O iPod, descontinuado oficialmente em 2022, voltou a ganhar destaque graças à nostalgia e ao desejo por áudio com fio. A venda de iPods usados aumentou significativamente, e novos players digitais inspirados no iPod surgem no mercado. Essa retomada é impulsionada pela busca por dispositivos dedicados à música, livres das distrações dos smartphones. Especialmente a geração Z valoriza a experiência de possuir mídia física, como CDs e vinis, em contraste com o streaming. O aumento constante dos preços das assinaturas de serviços como Spotify faz com que muitos optem por retornar ao uso do iPod e formatos tradicionais. Além disso, há uma consciência maior sobre o impacto financeiro do streaming nos artistas. O iPod representa uma independência tecnológica que ressoa com aqueles que desejam um controle maior sobre sua experiência musical, longe da conexão constante e onipresente. Esse fenômeno é visto como uma combinação de fatores, refletindo a relevância contínua do dispositivo em uma er...

Seu iPhone ficou mais inteligente: 10 truques "ocultos" na atualização do iOS 26.4

O iOS 26.4 traz diversas melhorias focadas em usabilidade, personalização e desempenho, beneficiando desde usuários casuais até entusiastas de tecnologia. A atualização inclui uma seção dedicada a shows ao vivo no app Música, integrando eventos e informações sobre ingressos. CarPlay agora suporta chatbots de IA, aumentando segurança e produtividade ao dirigir. A personalização da tela de bloqueio foi simplificada, permitindo remoção rápida de papéis de parede indesejados. A correção do teclado melhora a precisão na digitação, enquanto a barra de navegação unificada facilita o uso em vários apps. Novas opções de gerenciamento de playlists tornam a organização musical mais ágil. Também foram introduzidas melhorias na gravação de áudio, reconhecimento musical offline, legendas personalizáveis para acessibilidade e otimização da bateria, promovendo uma experiência mais fluida e adaptada ao cotidiano do usuário. Fonte: https://www.geeky-gadgets.com/ios-26-4-10-hidden-tricks/

O SXSW Londres revela temas e palestrantes, incluindo Tom Quinn, Scott Z. Burns, GK Barry, Rose Wang da Bluesky e Victor Riparbelli da Synthesia.

SXSW London realizará sua segunda edição em junho, no bairro de Shoreditch, com foco na convergência entre tecnologia, criatividade, cultura e inovação. Inspirado no evento original de Austin, o festival reúne figuras de destaque do cinema, música, esporte, tecnologia e economia criativa. Entre os palestrantes estão nomes como Tom Quinn, Jill Scott, Tye Sheridan e Nick Clegg. O programa debate temas atuais como inteligência artificial, longevidade, cultura, democracia, criatividade e futurismo. Katy Arnander, diretora do evento, destacou a busca por uma identidade própria para Londres. O festival acontece em mais de vinte locais diversos, promovendo encontros inusitados e debates saudáveis. O evento também inclui o SXSW London Music Festival, com mais de 200 artistas, e a estreia do Screen Festival. Com um compromisso de dez anos, a primeira edição em 2025 atraiu mais de 25 mil pessoas de 85 países. Fonte: http://deadline.com/2026/03/sxsw-london-2026-themes-speakers-1236767014/

O sónar+D 2026 revela a programação do festival, que aborda a realidade pós-IA, a cultura digital e futuros alternativos.

O Sónar+D 2026 explora o papel da tecnologia na era pós-IA, destacando sua integração na cultura digital e musical. O evento reúne artistas, pesquisadores e pensadores para discutir temas como inteligência artificial na música, a relação física com a tecnologia e futuros alternativos da internet. Performances, palestras e instalações refletem a colaboração entre humanos e máquinas, abordando autoria e controle. A ênfase na corporeidade resgata a interação física, com instrumentos que respondem ao movimento e ao toque. Oficinas e conversas promovem a participação ativa do público, incentivando a co-criação e reflexão sobre redes digitais. O espaço do evento foi projetado para estimular a troca entre público e artistas, valorizando a interação comunitária. Grupos locais participam diretamente, evidenciando uma prática colaborativa. O festival propõe questionar e moldar as tecnologias de forma crítica e participativa, criando um ambiente contínuo de ideias e experiências integradas. Real...

Kanye West afirma que o aplicativo Bully não usa inteligência artificial.

Kanye West negou que seu próximo álbum, Bully, tenha sido criado com auxílio de IA, apesar de ter mencionado seu uso anteriormente. Ele revelou a lista de 13 faixas do álbum, incluindo músicas já apresentadas ao público. West afirmou que a IA é uma ferramenta, semelhante ao Auto-Tune, e explicou o uso de separadores de stem para facilitar seu processo de produção. Associados do rapper também garantiram que Bully não contém elementos de IA. O álbum foi inicialmente anunciado em 2024, com lançamento previsto para março de 2025, mas a data ainda não foi confirmada. Nos últimos dois anos, West enfrentou controvérsias, incluindo acusações de agressão e declarações polêmicas. Ele pediu desculpas publicamente em janeiro de 2025, alegando problemas de saúde mental e um acidente antigo como causas de seu comportamento. West pediu compreensão enquanto busca se recuperar emocionalmente. Fonte: https://pitchfork.com/news/kanye-west-says-his-new-album-bully-uses-no-ai/

ASSISTA: Pai viraliza transformando histórias do filho pequeno em músicas

Stephen Spencer é um compositor e professor de música que encontrou inspiração nas histórias contadas por sua filha de três anos. Ele transforma os relatos simples e imaginativos da criança em canções criativas e envolventes. Essa abordagem única chamou a atenção nas redes sociais, onde seus vídeos viralizaram rapidamente. Com uma combinação de talento musical e a espontaneidade infantil, Stephen consegue criar músicas que encantam diversas audiências. Seu trabalho representa uma forma inovadora de experimentar a composição musical. Além de entreter, ele valoriza o vínculo afetivo com a filha durante o processo. A repercussão positiva evidencia a força da criatividade em família. O sucesso demonstra como desafios cotidianos podem ser transformados em arte. Stephen inspira outros pais a reconhecerem o potencial nas histórias infantis. Seu método reforça a importância da escuta ativa e da imaginação no desenvolvimento. O projeto evidencia o poder da música como meio de conexão e express...

A Provocação de The Pitt

Josh Tyrangiel, escritor do The Atlantic, compartilha suas recomendações culturais favoritas, incluindo programas de TV, livros e filmes que estão em destaque atualmente. Destaca a série The Pitt por sua representação realista da competência em ambientes complexos e fala sobre filmes aguardados de diretores como Christopher Nolan e Steven Soderbergh. Também menciona atores, como Tommy Lee Jones, e podcasts inovadores que misturam humor e jornalismo sério. Ele valoriza músicas de artistas como Bob Dylan e Sleater-Kinney, além de obras literárias recentes de Ian McEwan e um curioso livro sobre encontros com ursos. Tyrangiel cita autores que aprecia e relata experiências marcantes em museus e reexaminando clássicos literários. Fala ainda sobre influenciadores online e debates culturais, refletindo sua ampla relação com a arte, tecnologia e sociedade. Fonte: https://www.theatlantic.com/newsletters/2026/03/the-pitt-season-two-provocative-compassion/686491/

Sou viciado no Spotify e estas são as minhas 8 dicas para evitar ouvir música ruim.

A experiência musical é muito pessoal, e cada um tem preferências únicas, o que torna essencial controlar o algoritmo dos serviços de streaming. Para evitar recomendações indesejadas, o modo de sessão privada do Spotify impede que músicas temporárias afetem seu perfil. Além disso, é possível excluir playlists e faixas específicas da sua biblioteca para não influenciar suas sugestões futuras. Bloquear artistas que desagradaram ajuda a evitar que suas músicas apareçam constantemente. A função de esconder músicas em álbuns ou playlists que não se pode editar também melhora a experiência. Desativar o Smart Shuffle quando se quer ouvir apenas o que escolheu e usar o modo repetição preservam o controle. É importante ser cuidadoso com likes, seguidores e o que se adiciona à biblioteca, pois o algoritmo aprende com essas interações. Ao aplicar essas estratégias, é possível aprimorar bastante as recomendações e curtir música de acordo com o próprio gosto. Fonte: https://www.androidauthority...

A Geração Z é obcecada por estes 5 gadgets da era das fitas cassete e eles acabaram de receber uma atualização completa de design para 2026.

A forma como ouvimos música mudou drasticamente com o streaming, reduzindo a experiência de possuir álbuns e apreciar detalhes como capas e notas. Produtos lançados em 2026 resgatam a essência da era do cassete, modernizando-a com tecnologias atuais como Bluetooth e USB-C. O Side A Cassette Speaker é um alto-falante Bluetooth que replica um mixtape, sendo portátil e com som quente. O RetroWave 7-in-1 Radio combina funções de rádio, carregamento e emergência, ideal para uso diário e off-grid. O FiiO Echo Mini é um reprodutor de alta resolução que une design vintage e tecnologias modernas. O Retrospekt CP-81 é um aparelho que toca e grava fitas, com design culturalmente significativo. Por fim, o boombox Curtis GB-001 oferece potência real e múltiplas funções, entregando uma experiência autêntica e rica. Esses produtos não apelam só à nostalgia, mas repensam o valor do objeto musical no presente. Fonte: https://www.yankodesign.com/2026/03/19/gen-z-is-obsessed-with-these-5-cassette-era...

Donny Osmond usa inteligência artificial para cantar com sua versão de 14 anos.

Donny Osmond construiu uma carreira marcada pela adaptação e inovação, abraçando a tecnologia para se manter relevante por mais de seis décadas. Em sua residência em Las Vegas, ele realiza um dueto com uma versão digital de seu eu adolescente, utilizando uma tecnologia chamada hollow box que combina CGI, IA e movimentos corporais do neto para criar uma performance única. Além de cantor e performer, Osmond é um entusiasta da tecnologia, usando aplicativos como Google Sheets para criar algoritmos e sistemas inteligentes para segurança. Ele vê a inteligência artificial como uma ferramenta promissora, mas alerta sobre os riscos de seu uso indevido. Sua versatilidade abrange gerações a partir de músicas, teatro, animação e reality shows. O cantor reconhece que as redes sociais teriam potencializado sua fama na juventude, evidenciando seu entendimento sobre o impacto digital na indústria. Atualmente, ele mantém a conexão com fãs por meio de plataformas digitais, misturando nostalgia e inova...

Tembo é uma bateria eletrônica divertida que se imagina um tabuleiro de xadrez.

Tembo é uma máquina de ritmos e sampler que se destaca pelo design em madeira, similar a um brinquedo sofisticado. Seu funcionamento é baseado em um sequenciador de cinco faixas, onde os usuários posicionam peças de madeira com ímãs para criar batidas. O aparelho inclui oito pacotes de samples, permite gravação via microfone ou entrada de linha, e oferece efeitos e loop simples para complementar as músicas. O intuito é tornar a criação musical acessível e divertida para todas as idades e níveis de habilidade, sem focar em recursos avançados. Usuários podem alterar sequências facilmente deslizando as peças, o que adiciona dinâmica às performances. Atualmente, o Tembo está em campanha de financiamento coletivo no Kickstarter, oferecendo preço especial para os primeiros apoiadores. O valor inicial é de 369 dólares, com preço final estimado em 550 dólares. Apesar da proposta inovadora, há os riscos comuns a projetos de crowdfunding. A experiência foi relatada por Terrence O'Brien, edi...

Apple Music tem um novo sistema para identificar conteúdo gerado por IA, diz relatório

Apple Music lançou o sistema Transparency Tags, que permite identificar e marcar conteúdos gerados por IA na plataforma. Esse sistema é voltado para quatro áreas principais: música, composição, arte e vídeo musical. As tags são adicionadas no momento do envio das músicas, para que distribuidores e gravadoras possam sinalizar o uso de IA. O objetivo é aumentar a transparência nas produções musicais que utilizam inteligência artificial. Spotify havia anunciado uma medida semelhante no ano anterior. No entanto, a decisão de marcar o conteúdo como gerado por IA fica a cargo dos próprios fornecedores. O sistema opera com base na adesão voluntária, ou seja, é opt-in. Se as tags forem omitidas, a plataforma assume que o conteúdo não foi criado por IA. Ainda não houve uma resposta oficial da Apple sobre a novidade. Fonte: https://www.cnet.com/tech/services-and-software/apple-music-identify-ai-generated-content-report-says/

Charlie Puth junta-se à plataforma de IA Moises como diretor musical e afirma que “todos os músicos que conheço” a utilizam

Charlie Puth, indicado ao Grammy quatro vezes, assumiu o cargo de diretor musical da plataforma de música movida por IA, Moises. Ele utiliza essa ferramenta há anos para facilitar seu processo criativo, como no seu álbum Whatever’s Clever!. Puth destaca que a IA deve auxiliar músicos, não substituí-los, permitindo experimentar e aprender com arranjos musicais. A notícia gerou reações mistas dos fãs, com críticas e apoio à ideia. Algunos usuários destacam a ética da Moises por usar sons e músicas corretamente licenciados. Na nova posição, Puth colaborará no desenvolvimento de recursos focados em artistas e direcionará a experiência do usuário. A parceria será celebrada com um concurso que selecionará o melhor remix ou cover do single 'Beat Yourself Up', com participação aberta até março. Fonte: http://deadline.com/2026/03/charlie-puth-joins-ai-platform-moises-chief-music-officer-1236744081/

A configuração pouco conhecida do YouTube Music que corrigiu minhas listas de reprodução para sempre

O streaming de música promete simplicidade e acessibilidade, mas serviços como o YouTube Music podem frustrar usuários com algoritmos que alteram playlists pessoais. O sistema adiciona automaticamente faixas que nem sempre combinam com o clima desejado, quebrando a consistência criada manualmente. Essa interferência é especialmente incômoda para quem investiu tempo em curadoria cuidadosa, selecionando músicas que refletem o estilo e o momento. A solução está em desativar a opção de autoplay, encontrada na fila de reprodução, para impedir que o algoritmo insira faixas por conta própria. Ao fazer isso, a playlist mantém a ordem e o conteúdo originais, encerrando a reprodução após a última faixa. Essa simples configuração devolve o controle ao usuário, valorizando a escuta intencional e criticamente selecionada. Embora recomendações automáticas sejam úteis para descoberta ou momentos casuais, elas prejudicam a experiência quando se busca uma ambientação específica. Com o autoplay desliga...

Google lança modelo de geração musical para criar músicas de 30 segundos por vez

Google lançou o Lyria 3, seu modelo de geração musical assistida por IA, integrado ao aplicativo Gemini. A ferramenta, ainda em beta, estará disponível para maiores de 18 anos e permite criar músicas em vários idiomas, incluindo inglês, português e japonês. Usuários gratuitos poderão gerar faixas de até 30 segundos, enquanto assinantes terão limites maiores. Lyria 3 aprimora a geração de letras próprias e oferece controle sobre estilo, tempo e vocais, promovendo composições mais realistas e complexas. O modelo aceita comandos de texto e até imagens ou vídeos para criar trilhas personalizadas com arte de álbum gerada pela IA Nano Banana. Google apresenta o recurso como forma divertida de expressão, não para criar obras-primas. Para identificar músicas geradas, todas as saídas recebem um selo digital chamado SnythID, detectável pelo próprio aplicativo Gemini. Assim, é possível distinguir facilmente conteúdos produzidos por IA. Fonte: https://gizmodo.com/google-launches-music-generati...

Spotify lança versão beta do “Sobre a música” para revelar histórias por trás da música

Spotify lançou um novo recurso chamado About the Song, disponível para assinantes Premium nos EUA, Reino Unido, Nova Zelândia e Austrália. A ferramenta oferece curiosidades e informações inspiradoras sobre músicas selecionadas durante a reprodução. As informações são obtidas de diversas fontes e resumidas por inteligência artificial. A intenção é aprofundar a conexão dos ouvintes com as canções, revelando histórias por trás das letras e inspirações. Essa funcionalidade é uma evolução de iniciativas anteriores como Behind the Lyrics e Storyline. Além disso, Spotify continua inovando com outras ferramentas, como a Page Match e criação de playlists por IA. A função About the Song mostra dados desde sucessos atuais até clássicos ou faixas menos populares. Para músicas com menos informações, a ferramenta apresenta curiosidades do álbum ou análise das letras. O recurso pode ser acessado deslizando a tela para visualizar as cartas com os fatos. Assim, os fãs têm uma experiência mais rica e i...

Achei que odiaria as playlists de IA do Spotify, mas não odeio.

Spotify lançou as Prompted Playlists, uma ferramenta que cria listas de músicas baseadas em comandos textuais do usuário. Diferente do algoritmo tradicional, essa função permite direcionar com mais precisão o estilo desejado. No início, pedidos genéricos geraram resultados inesperados, como músicas estrangeiras com letras incompreensíveis. Ajustando os comandos para incluir músicas familiares, o usuário obteve playlists que combinavam com suas preferências e contexto, como músicas para o inverno ou corrida. Cada música vinha acompanhada de uma explicação, enriquecendo a experiência. A ferramenta apresenta uma curva de aprendizagem simples e permite explorar novos gêneros sem perder o gosto por artistas conhecidos. Com a prática, é possível criar playlists que equilibram novidades e clássicos, ampliando os horizontes musicais. Essa inovação estimula a experimentação e conecta gostos pessoais a descobertas musicais. O resultado é uma experiência personalizada e dinâmica para os amantes ...

Deezer abre sua ferramenta de detecção de música por IA para outras plataformas

A Deezer lançou uma ferramenta que detecta músicas geradas por IA para impedir fraudes e proteger artistas. Lançada no ano passado, a tecnologia identifica e exclui faixas de IA das recomendações musicais. Segundo a empresa, o sistema tem 99,8% de precisão e já identificou mais de 13,4 milhões de músicas geradas por IA em 2025. Atualmente, 39% das músicas enviadas diariamente são de IA, e 85% dos streams dessas faixas são fraudulentos. Deezer demonetiza esses streams para proteger os direitos dos artistas humanos. Outras plataformas também adotam medidas contra músicas de IA, como o Spotify, que atualiza suas políticas e metadados, e o Bandcamp, que proíbe totalmente conteúdo gerado por IA. Essas ações visam manter a transparência e integridade no mercado musical diante do avanço da tecnologia. Fonte: https://www.theverge.com/news/870186/deezer-ai-music-detection-commercially-available