Jeffrey Epstein foi conhecido pela exploração de menores, mas também tinha uma obsessão com eugenia. Ele planejava propagar seu DNA impregnando várias mulheres em sua fazenda no Novo México, inspirado em um banco de esperma dos anos 1980. Epstein financiou pesquisas genéticas em Harvard, apoiou estudos com CRISPR e inteligência artificial, e transformava suas reuniões em seminários sobre aprimoramento humano. Suas conversas e e-mails revelam interesse em engenharia social genética, IQ e diferenças raciais, demonstrando uma agenda clara. Destaca-se sua relação com o biólogo Robert Trivers, cujas pesquisas sobre pessoas transgerênero foram apoiadas por Epstein e criticadas por serem desumanizadoras. Epstein buscava criar um legado genético e influência científica, mas não concretizou seus planos, como a criopreservação. Sua visão foi marcada por ideias controversas e pouco éticas, que oscilaram entre poder, ciência e controle social. Fonte: https://thoughtcatalog.com/january-nelson/2...
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