O evento, organizado pela Unitree, contou com modelos G1, com pouco mais de 1,20 m de altura e cerca de 35 kg, equipados com luvas e capacetes, e que aplicavam golpes dirigidos por humanos usando controles remotos e comandos de voz. Apesar de os movimentos serem controlados externamente, o gerente de marketing da empresa afirma que colocar as máquinas em ambientes de alto estresse contribui para o avanço de suas capacidades de equilíbrio, locomoção e resistência. As informações são do site VICE.
Se 2026 for o ano em que a bolha da IA estourará, os artistas estarão prontos para o que virá depois?
A recente queda nas ações de tecnologia relacionadas à IA gerou debate sobre a possível bolha no setor. No entanto, a IA continua presente e essencial para artistas criativos, especialmente em 3D. Um possível estouro dessa bolha pode desacelerar o desenvolvimento de ferramentas caras e não lucrativas, dando tempo aos artistas para se adaptarem. Empresas podem reconhecer que trabalhos complexos ainda exigem a expertise humana. Apesar do medo de que a IA substitua empregos, a criatividade e a resolução de problemas humanos permanecem insubstituíveis. Artistas de 3D precisarão dominar fundamentos e usar IA para melhorar seus processos, focando em habilidades onde a IA falha. A inovação e a união do setor serão vitais para enfrentar os desafios futuros, enquanto a indústria observa atentamente a evolução da IA. Fonte: https://www.creativebloq.com/3d/3d-art/if-2026-is-the-year-the-ai-bubble-bursts-are-artists-ready-for-what-comes-next
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