O estudo contou com a participação de quatro pessoas com paralisia severa. Cada uma recebeu implantes de matrizes microscópicas de eletrodos no córtex motor da fala, os quais registraram a atividade cerebral enquanto os voluntários tentavam falar em voz alta ou apenas imaginar palavras específicas. Embora a fala imaginada gerasse sinais mais fracos em comparação à tentada, o sistema alcançou taxas de precisão de até 74%. As informações são do site TechSpot.
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