Uma empresa alemã, Böcker, ficou inadvertidamente envolvida no roubo no Museu do Louvre, ao ter um de seus elevadores usado na fuga dos ladrões. Aproveitando a situação, lançou uma campanha publicitária destacando a eficiência de seu equipamento, que transporta até 400 kg silenciosamente. O diretor da empresa usou humor para promover o negócio, ressaltando que o crime é condenável. Os ladrões roubaram joias valiosas avaliadas em 88 milhões de euros, pertencentes à realeza francesa. Eles usaram o equipamento após tê-lo demonstrado e furtado em Paris. O roubo durou apenas oito minutos, expondo falhas graves na segurança do Louvre, que admite responsabilidade. A polícia acredita que um grupo criminoso organizado está por trás do crime. O Louvre reabriu três dias depois do incidente, enquanto as autoridades reforçam as investigações para capturar os culpados. Fonte: https://www.bbc.com/news/articles/cpd2zyl304do
Se 2026 for o ano em que a bolha da IA estourará, os artistas estarão prontos para o que virá depois?
A recente queda nas ações de tecnologia relacionadas à IA gerou debate sobre a possível bolha no setor. No entanto, a IA continua presente e essencial para artistas criativos, especialmente em 3D. Um possível estouro dessa bolha pode desacelerar o desenvolvimento de ferramentas caras e não lucrativas, dando tempo aos artistas para se adaptarem. Empresas podem reconhecer que trabalhos complexos ainda exigem a expertise humana. Apesar do medo de que a IA substitua empregos, a criatividade e a resolução de problemas humanos permanecem insubstituíveis. Artistas de 3D precisarão dominar fundamentos e usar IA para melhorar seus processos, focando em habilidades onde a IA falha. A inovação e a união do setor serão vitais para enfrentar os desafios futuros, enquanto a indústria observa atentamente a evolução da IA. Fonte: https://www.creativebloq.com/3d/3d-art/if-2026-is-the-year-the-ai-bubble-bursts-are-artists-ready-for-what-comes-next
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