Durante a COP30 no Brasil, a inteligência artificial (IA) é debatida como uma tecnologia com potencial para combater as mudanças climáticas, aumentando a eficiência de redes elétricas, auxiliando agricultores e monitorando espécies marinhas. Porém, organizações ambientais alertam para o impacto ambiental crescente da IA, especialmente pelo alto consumo de energia e água dos data centers. Eles defendem regulamentações mais rígidas para mitigar esses efeitos e evitar que a expansão da IA agrave o aquecimento global. O setor tecnológico promove a IA como uma ferramenta essencial para soluções climáticas, mas reconhece a necessidade do uso responsável. A discussão também enfatiza a importância de democratizar o acesso à IA nas negociações climáticas globais. A crise hídrica e energética gerada pelos data centers é uma preocupação central, com apelos por energia renovável e testes públicos para novos projetos. Apesar das divergências, há consenso de que a IA veio para ficar e tem potencial transformador, mas seu desenvolvimento deve equilibrar inovação e sustentabilidade. A conferência destacou o surgimento de aplicações práticas e premiou projetos de IA voltados à escassez de água e variabilidade climática.
Fonte: https://www.bostonherald.com/2025/11/18/ai-cop30/
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