O Black Friday evoluiu para um evento de múltiplos dias, com consumidores enfrentando inflação e cortes em suporte federal. O volume de pedidos online caiu 1%, apesar do aumento de 7% no preço médio dos produtos. O uso de inteligência artificial para tráfego e vendas cresceu expressivamente, incentivando mais conversões. Descontos permaneceram estáveis em relação ao ano anterior, dificultando a diferenciação entre varejistas. Ofertas exclusivas e brindes foram estratégias eficazes para atrair clientes às lojas físicas. O financiamento 'compre agora, pague depois' aumentou 8,9%, impulsionando as vendas, especialmente por dispositivos móveis. O tráfego nas lojas físicas teve leve queda geral, mas setores específicos como lojas de departamento mostraram crescimento. A Black Friday reflete a cautela do consumidor diante do cenário econômico atual, transformando o evento em uma busca contínua por valor. A comparação anual é afetada por fatores externos como o ano eleitoral de 2024, complicando a análise definitiva das vendas. Em resumo, varejistas e consumidores estão adaptando estratégias e hábitos diante de um mercado em transformação.
Fonte: https://www.retaildive.com/news/winners-losers-black-friday-2025/806610/
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