O estudo investiga a aceitação de braços protéticos controlados por inteligência artificial, destacando a importância da velocidade do movimento para a percepção de pertencimento. Usando realidade virtual, pesquisadores simularam um braço robótico substituindo o antebraço do participante e variaram a velocidade dos movimentos. Resultados indicam que movimentos em velocidade moderada, semelhantes ao alcance natural humano (cerca de 1 segundo), promovem maior sensação de controle, usabilidade e pertencimento. Movimentos muito rápidos ou lentos reduziram essas sensações, além de aumentar o desconforto. A pesquisa sugere que o design de próteses futuras deve focar no sincronismo com movimentos naturais, mais do que em velocidade pura. Essa abordagem pode beneficiar também outros dispositivos robóticos usados como extensões do corpo. A realidade virtual foi essencial para testar respostas psicológicas e aceitação antes da implementação real. O estudo aponta para a necessidade de adaptar próteses assistidas por IA ao ritmo humano, visando maior integração e conforto ao usuário.
Fonte: https://www.sciencedaily.com/releases/2026/02/260212234152.htm
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