Os ataques cibernéticos mais que dobraram globalmente nos últimos quatro anos, afetando especialmente pequenas empresas com menor resiliência. A inteligência artificial (IA) contribui para o aumento e a sofisticação dessas ameaças, explorando vulnerabilidades em várias camadas, como injeção de prompts, vazamento de dados e deepfakes. Atacantes usam modelos de linguagem avançados para criar campanhas de phishing e malwares. A segurança eficaz deve abranger toda a cadeia de IA, incorporando proteção ao ciclo de vida do modelo, infraestrutura e aplicações. Ferramentas automatizadas monitoram comportamentos anômalos e ameaças em tempo real, elevando o investimento corporativo em cibersegurança baseada em IA. Entretanto, o uso não autorizado de IA pelas equipes internas gera riscos de vazamento de dados sensíveis. Governos exigem maior governança para garantir transparência e controle das operações de IA. O futuro da defesa digital depende da colaboração entre a inteligência humana e máquinas, com foco na adaptação e monitoramento contínuo. Investir em segurança e capacitação da força de trabalho é essencial para enfrentar os desafios da era digital e garantir a confiança nos sistemas protegidos por IA.
Fonte: https://www.techradar.com/pro/friend-or-foe-ai-the-new-cybersecurity-threat-and-solutions
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