Xbox enfrenta uma crise profunda marcada por mudanças na liderança e perda de identidade. Após a compra da Activision Blizzard por US$ 70 bilhões, a empresa ganhou peso, mas também dificuldades para gerenciar suas operações. A marca deixou de focar na venda de consoles e passou a priorizar jogos em outras plataformas, como PC e streaming, diminuindo a exclusividade. Investimentos em IA foram incorporados de forma forçada, gerando desconforto interno. A decisão de lançar Halo no PlayStation simboliza a queda da exclusividade. A saída dos veteranos Phil Spencer e Sarah Bond e a entrada de uma executiva sem experiência em jogos indicam uma mudança radical no rumo da marca. A expectativa é de que futuros produtos sejam basicamente PCs rebatizados. O fim da Xbox como conhecemos parece inevitável, restando apenas um lento declínio.
Fonte: https://kotaku.com/thats-it-im-calling-it-xbox-is-dead-time-of-death-february-20-2000672114
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