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Não precisamos ter robôs assassinos sem supervisão.

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O Pentágono pressiona a Anthropic a permitir o uso irrestrito de sua tecnologia para vigilância em massa e armas autônomas letais, sob ameaça de rotulá-la como risco à cadeia de suprimentos, o que prejudicaria seus contratos. Enquanto Anthropic resiste às exigências alegando falta de confiabilidade da tecnologia, outras empresas como OpenAI e xAI já aceitaram os termos. Funcionários de várias empresas de tecnologia manifestam frustração e medo diante do envolvimento crescente com o setor militar, que contraria valores éticos e sociais. Organizações de trabalhadores pedem que suas empresas rejeitem essas parcerias, porém acreditam que o lucro prevalecerá. O caso reacende o debate interno sobre os rumos da inteligência artificial e seu impacto na sociedade, especialmente no que tange à vigilância e controle social. Há uma percepção de normalização da colaboração com forças militares e agências de segurança, mesmo diante de protestos dos próprios funcionários. A postura da Anthropic inspira esperança, mas muitos duvidam da durabilidade dessa resistência. A pressão do governo e o apelo financeiro parecem direcionar o futuro da IA para usos bélicos e autoritários. O cenário atual revela uma tensão crescente entre ética, lucro e poder na indústria tecnológica.

Fonte: https://www.theverge.com/ai-artificial-intelligence/885963/anthropic-dod-pentagon-tech-workers-ai-labs-react

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