Nos últimos meses, vídeos sintéticos ligados à Rússia, utilizando deepfakes com vozes e imagens geradas por IA, têm se espalhado nas redes sociais com o intuito de influenciar a opinião pública ocidental. Um exemplo é o professor Alan Read, vítima de um vídeo manipulado que o associava a críticas políticas que ele nunca fez. Essas campanhas visam deslegitimar instituições europeias e governos, explorando tecnologias cada vez mais realistas e acessíveis. Aplicativos concorrentes ampliam o uso desses deepfakes ao flexibilizar medidas de segurança, facilitando a criação de conteúdos falsos. Países como Polônia e Reino Unido já registram preocupações quanto a interferência russa em eleições e debates públicos. Plataformas como TikTok têm removido contas e vídeos vinculados a operações de influência coordenadas. Grupos organizados, como a operação Matryoshka, usam métodos sofisticados para dificultar a identificação das origens das fake news. Especialistas alertam que essas estratégias representam uma revolução na forma de manipular a informação, exigindo respostas urgentes dos governos e plataformas digitais.
Fonte: https://www.bbc.com/news/articles/cx2r7grrdwzo
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