Yoshua Bengio, um dos pioneiros da inteligência artificial, defende a importância da educação universitária mesmo com o avanço da IA. Para ele, a educação vai além da preparação para o mercado de trabalho, sendo essencial para o autoconhecimento e a compreensão da sociedade. Apesar do impacto da IA nos empregos tradicionais, Bengio acredita que essas habilidades humanas continuarão relevantes. Outros especialistas, como Geoffrey Hinton e Fei-Fei Li, destacam mudanças no mercado, sugerindo que diplomas podem perder valor frente a habilidades práticas e técnicas. Hinton mencionou que profissões como encanador podem ser mais vantajosas atualmente. Ainda assim, Bengio reforça que o foco deve estar em formar indivíduos éticos e conscientes. Ele aconselha seu neto a buscar ser um 'belo ser humano' num mundo dominado pela IA.
Fonte: https://www.businessinsider.com/ai-college-degree-go-college-white-collar-jobs-yoshua-bengio-2026-2Se 2026 for o ano em que a bolha da IA estourará, os artistas estarão prontos para o que virá depois?
A recente queda nas ações de tecnologia relacionadas à IA gerou debate sobre a possível bolha no setor. No entanto, a IA continua presente e essencial para artistas criativos, especialmente em 3D. Um possível estouro dessa bolha pode desacelerar o desenvolvimento de ferramentas caras e não lucrativas, dando tempo aos artistas para se adaptarem. Empresas podem reconhecer que trabalhos complexos ainda exigem a expertise humana. Apesar do medo de que a IA substitua empregos, a criatividade e a resolução de problemas humanos permanecem insubstituíveis. Artistas de 3D precisarão dominar fundamentos e usar IA para melhorar seus processos, focando em habilidades onde a IA falha. A inovação e a união do setor serão vitais para enfrentar os desafios futuros, enquanto a indústria observa atentamente a evolução da IA. Fonte: https://www.creativebloq.com/3d/3d-art/if-2026-is-the-year-the-ai-bubble-bursts-are-artists-ready-for-what-comes-next
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