A defesa aérea total é praticamente impossível. Em uma guerra de grandes proporções, o Ocidente pode ter que fazer escolhas difíceis.
A defesa aérea total é praticamente impossível diante da proliferação de drones e mísseis, mesmo para as forças ocidentais mais avançadas. Em guerras em grande escala, será necessário priorizar a proteção de determinados alvos, pois defender tudo demanda recursos insustentáveis e continua ineficaz. A guerra na Ucrânia ilustra esses desafios, com ataques frequentes a áreas civis e militares, apesar da presença de sistemas sofisticados. Drones, por serem baratos e numerosos, complicam ainda mais a defesa, impondo escolhas difíceis sobre o que proteger. As limitações financeiras, tecnológicas e humanas restringem a capacidade defensiva. Mesmo com sistemas modernos, todos os ataques não podem ser neutralizados. Estratégias eficazes passam pela definição clara de prioridades, deixando alguns alvos vulneráveis. A produção e distribuição de defesa aérea são lentas e caras, enquanto tecnologias de interceptadores de drones ainda estão em desenvolvimento e implementação limitada. No futuro, a complexidade das ameaças exigirá decisões difíceis dentro de um contexto permanente de riscos crescentes.
Fonte: https://www.businessinsider.com/new-threats-air-defense-challenges-force-hard-choices-2026-3
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