Uma parcela significativa do financiamento científico vem da filantropia, que possui pouca transparência e fiscalização. Jeffrey Epstein usou essa vulnerabilidade para influenciar cientistas e melhorar sua imagem, mesmo sem formação científica. Muitos pesquisadores, pressionados a financiar seus projetos, foram abordados por Epstein ou seus representantes. Instituições, embora façam a triagem de doadores, geralmente focam nos maiores contribuintes, deixando valores menores menos examinados. A falta de um sistema uniforme de divulgação dos doadores impede maior controle e análise pública. Após o escândalo Epstein, algumas universidades tentaram aumentar a transparência, mas mudanças estruturais ainda são limitadas. Especialistas defendem a obrigatoriedade de revelar claramente os doadores, quantias e intenções para evitar abusos. Isso permitiria um debate público mais aberto e o estabelecimento de normas éticas. Filantropia continua sendo uma forma poderosa de financiamento com riscos reputacionais subestimados.
Fonte: https://www.npr.org/2026/03/30/nx-s1-5753946/science-jeffrey-epstein-mit-exploit-donors-philanthropy
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