Um estudo inovador de Cornell revelou que aqueles menos aptos para o pensamento analítico são mais impressionados por jargões corporativos vazios, confirmando a máxima "bullshit baffles brains". Embora o uso de jargões não seja inerentemente ruim, ele cumpre funções essenciais na tecnologia e serve como marcador de expertise em certos contextos. No entanto, na gestão empresarial, o jargão é uma forma de sinalizar status e mascarar ideias antigas com palavras novas. Embora haja críticas frequentes, termos rebuscados persistem porque ajudam a manter hierarquias e a facilitar a cooperação social no ambiente corporativo. O fenômeno do "bullshit bingo" ilustra o grau de insatisfação com essas expressões. A proliferação de jargões aumentou com o interesse em inteligência artificial, onde o termo é frequentemente usado de maneira enganosa. A nova escala da receptividade ao jargão, CBRS, é uma ferramenta valiosa para entender essas dinâmicas. O próximo passo sugerido é desenvolver uma escala similar focada em jargões de IA, ampliando o impacto das descobertas para além do ambiente empresarial. A importância desse trabalho é reconhecida como potencialmente revolucionária para a análise e crítica da comunicação corporativa.
Fonte: https://www.theregister.com/2026/03/23/corporate_bs_opinion/
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