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Os alunos "devem ser proficientes em ferramentas digitais emergentes", incluindo IA, afirma Javier Fernández Contreras, da HEAD Genève.

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HEAD Genève tem reformulado seu currículo em design de interiores para incluir uma abordagem mais ampla e inclusiva. O foco está na integração de novas tecnologias, como inteligência artificial e realidade virtual, que transformam processos criativos e experiências espaciais. Cursos recentes exploram a relação do design com ecossistemas e entidades não humanas, ampliando o olhar para além do antropocentrismo. Inclusão e diversidade também são prioridades, com disciplinas dedicadas a corpos plurais e estudos sobre deficiência. Além disso, há uma valorização do equilíbrio entre habilidades técnicas, conceituais, éticas e o ofício artesanal. A proposta visa desenvolver designers críticos, sensíveis ao impacto ambiental e social. Esse movimento responde à necessidade de projetar espaços que respeitem a diversidade humana e a sustentabilidade. A tecnologia é um elemento tanto de prática quanto de reflexão ética. O aprendizado contempla a colaboração interdisciplinar entre arte, ciência e ecologia, preparando profissionais para desafios contemporâneos. O objetivo é formar designers preparados para influenciar positivamente o ambiente construído e suas relações com a natureza.

Fonte: https://www.dezeen.com/2026/03/25/students-emerging-digital-tools-ai-head-geneve-javier-fernandez-contreras/

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