O CEO da Hilton, Christopher Nassetta, afirmou que a economia em forma de K dos EUA está convergindo para uma forma em C, com maior consumo dos níveis de renda média e baixa. Ele atribui essa mudança à queda da inflação, expectativa de redução das taxas de juros e investimentos em IA, que estimulam a demanda geral. A empresa relatou aumento de 3,6% na receita por quarto disponível no primeiro trimestre de 2026. Essa visão contrasta com outros executivos, que veem maior divisão econômica. Marcas de alimentos e bebidas estão reduzindo preços para atrair consumidores de baixa renda. A Visa indicou crescimento no volume de pagamentos, refletindo resiliência no gasto dos consumidores. O cenário mostra uma possível redução das disparidades tradicionais entre grupos de renda, com efeitos positivos para o mercado intermediário e mais amplo.
Fonte: https://www.businessinsider.com/hilton-ceo-sees-c-shaped-economy-emerging-us-2026-4Se 2026 for o ano em que a bolha da IA estourará, os artistas estarão prontos para o que virá depois?
A recente queda nas ações de tecnologia relacionadas à IA gerou debate sobre a possível bolha no setor. No entanto, a IA continua presente e essencial para artistas criativos, especialmente em 3D. Um possível estouro dessa bolha pode desacelerar o desenvolvimento de ferramentas caras e não lucrativas, dando tempo aos artistas para se adaptarem. Empresas podem reconhecer que trabalhos complexos ainda exigem a expertise humana. Apesar do medo de que a IA substitua empregos, a criatividade e a resolução de problemas humanos permanecem insubstituíveis. Artistas de 3D precisarão dominar fundamentos e usar IA para melhorar seus processos, focando em habilidades onde a IA falha. A inovação e a união do setor serão vitais para enfrentar os desafios futuros, enquanto a indústria observa atentamente a evolução da IA. Fonte: https://www.creativebloq.com/3d/3d-art/if-2026-is-the-year-the-ai-bubble-bursts-are-artists-ready-for-what-comes-next
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