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Mostrando postagens com o rótulo União Europeia

O Nintendo Switch 2 poderá ter baterias substituíveis de acordo com as novas regras da UE.

A Nintendo planeja lançar uma versão atualizada do Nintendo Switch 2 na União Europeia que terá baterias substituíveis tanto no console principal quanto nos controles Joy-Con. Essa mudança visa cumprir regulamentos europeus que entrarão em vigor em fevereiro de 2027, exigindo que dispositivos eletrônicos portáteis permitam a troca fácil de baterias pelo usuário. Atualmente, o Switch 2 usa baterias coladas, mas na Europa será possível substituí-las sem dificuldades. Fora da Europa, como no Japão, o modelo manterá a bateria interna. A Nintendo ainda não comentou oficialmente sobre essa alteração. A medida reflete uma tendência global do setor de tecnologia, que está focando mais na reparabilidade dos dispositivos. O acesso facilitado à troca de baterias pode prolongar a vida útil dos consoles de videogame, que costumam ter longa durabilidade em casas. Adaptar produtos a exigências regionais não é incomum em diferentes setores, incluindo eletrônicos. Essa iniciativa demonstra maior preoc...

A empresa de banco de dados Kuzu entra para a lista de aquisições recentes da Apple

Apple confirmou a aquisição da startup de inteligência artificial Q.ai por US$ 2 bilhões e comprou recentemente a empresa de banco de dados Kuzu. Esta última desenvolve um banco de dados gráfico embutido focado em velocidade, escalabilidade e facilidade de uso. Apple já possui o FileMaker, um sistema relacional de banco de dados, gerenciado pela Claris. A compra da Kuzu ocorreu em outubro e, apesar do valor não ser revelado, foi grande o suficiente para que a União Europeia a incluísse em sua lista de aquisições. Segundo a Lei de Mercados Digitais, aquisições acima de certo valor devem ser reportadas à UE. Em 2025, além da Kuzu, Apple adquiriu empresas como Styra, Pixelmator e TrueMeeting, atuando em áreas como segurança na nuvem, edição de imagens e tecnologia de avatares digitais. A lista de aquisições é atualizada periodicamente, refletindo a estratégia da Apple de expansão tecnológica constante. Fonte: https://9to5mac.com/2026/02/11/kuzu-database-company-joins-apples-list-of-re...

Macron exorta a Europa a começar a agir como potência mundial

O presidente francês Emmanuel Macron defende que a Europa deve emergir como uma potência global diante dos desafios de China, Rússia e Estados Unidos. Ele ressalta a necessidade de a UE assumir responsabilidades econômicas, financeiras e estratégicas, propondo a emissão de eurobonds para financiar investimentos industriais. Macron admite que a França precisa de reformas e destaca a demanda dos mercados por uma dívida europeia mutualizada. Ele alerta para a mudança no papel dos EUA na segurança europeia e critica a falta de coerência nas políticas comerciais do bloco. Macron enfatiza a urgência de investimentos em segurança, defesa, energia limpa e inteligência artificial. Para ele, a Europa enfrenta um cenário global desordenado e deve agir unida para proteger seus interesses. Apesar das tensões, como a disputa recente com Washington sobre a Groenlândia, Macron chama à vigilância e à continuidade no fortalecimento europeu. Fonte: https://www.bbc.com/news/articles/ce8n1zdnpd3o

Ajude a moldar o futuro do código aberto na Europa

A União Europeia está desenvolvendo uma estratégia para fortalecer o ecossistema de código aberto, focada em inovação, segurança e competitividade econômica. Esse plano visa criar um marco estratégico e medidas de financiamento para apoiar setores críticos como IA, computação em nuvem e cibersegurança. A UE pretende facilitar a participação de negócios de código aberto em licitações públicas e o acesso a capital para transformar projetos em produtos viáveis. Apesar do destaque comercial, a estratégia também reconhece a importância da sustentabilidade de projetos não comerciais. A consulta pública busca envolver diversos participantes da comunidade para orientar prioridades e ações específicas. Com quase 25 milhões de desenvolvedores e mais de 155 milhões de contribuições, a UE é destaque global em código aberto. A participação da comunidade é essencial para moldar políticas que atendam às necessidades reais de desenvolvedores e promovam a liderança tecnológica europeia. Fonte: http...

X enfrenta investigação da UE por deepfakes sexualizados da Grok

A Comissão Europeia iniciou uma investigação contra a plataforma X devido à geração de deepfakes sexualizados por meio do chatbot Grok AI. A análise visa verificar se a empresa avaliou e mitigou adequadamente os riscos dessa tecnologia dentro da União Europeia. Organizações e legisladores expressaram preocupação com a capacidade do Grok de criar imagens sexualizadas de mulheres e menores. Embora a edição pública de imagens tenha sido limitada, a geração via chatbot permanece disponível para todos os usuários. A investigação faz parte de uma apuração mais ampla sobre o cumprimento da Plataforma do Digital Services Act. X já havia sido multada em 140 milhões de dólares por práticas enganosas relacionadas à verificação azul. Autoridades europeias destacam que deepfakes sexualizados são uma forma de violência inadmissível. Caso a empresa seja considerada culpada, enfrentará multas significativas baseadas em sua receita global. A apuração reforça a responsabilidade das plataformas em prote...

Relatório afirma que a UE está se preparando para usar a indústria tecnológica europeia como arma contra os EUA

A União Europeia está desenvolvendo legislação para promover a soberania tecnológica, visando reduzir dependências dos EUA sem abandonar suas tecnologias. Recentemente, no Fórum Econômico Mundial, questões como a demanda de Trump por Groenlândia e ameaças comerciais dominaram o debate. A UE avalia usar o ‘Instrumento Anti-Coerção’, um pacote de tarifas e restrições comerciais inicialmente contra a China, mas potencialmente contra os EUA. A preocupação europeia envolve a possibilidade de um bloqueio do acesso a dados e softwares essenciais. Para isso, aposta-se no fortalecimento das próprias empresas, como a francesa Mistral em IA e Nokia em telefonia. A holandesa ASML, única fabricante de máquinas para chips avançados, é vista como uma arma econômica poderosa. A iniciativa já tem apoio de base, refletido em movimentos online que buscam alternativas locais às plataformas americanas. A construção de uma alternativa europeia às redes sociais americanas enfrenta desafios, mas é parte do e...

A Europa Inc. ainda não é lei. É um sinal.

Na cúpula de Davos, a União Europeia sinalizou uma mudança estrutural na forma de tratar negócios e competitividade. A proposta do regime 28º criaria uma estrutura corporativa única opcional para operar em todo o bloco europeu, superando as barreiras das legislações nacionais fragmentadas. A intenção é simplificar e acelerar a criação de empresas, que poderia acontecer em até 48 horas, totalmente online, embora isso ainda precise ser aprovado formalmente. A iniciativa surge em um contexto global mais hostil, com comércio condicionado e desafios na cadeia de suprimentos. O foco europeu se desloca de regulador para impulsionador da competitividade e autonomia estratégica. Contudo, limites importantes permanecem: o regime é opcional e não harmoniza aspectos como taxação e leis trabalhistas. Esse modelo pode criar uma Europa de dois ritmos, dependendo do sucesso da implementação. Portanto, Europa Inc manifesta a vontade da UE de competir como um bloco unido e não apenas como um conjunto d...

A UE planeja eliminar gradualmente os fornecedores de telecomunicações de alto risco, em propostas consideradas como tendo como alvo a China.

A União Europeia planeja eliminar equipamentos de fornecedores de países considerados de alto risco em infraestruturas críticas, como redes de telecomunicações de alta velocidade. A medida visa principalmente empresas chinesas como Huawei e ZTE, que enfrentam restrições por questões de segurança cibernética. A legislação prevê o fim gradual desses equipamentos em até três anos, tornando obrigatórias medidas antes voluntárias para proteger a infraestrutura dos 27 países membros. A decisão surge em meio a preocupações com a dependência de tecnologias chinesas e serviços de Big Tech dos EUA. Huawei contestou a medida, alegando que viola princípios legais da UE e regras comerciais internacionais. As restrições também abrangem setores como segurança de fronteiras, abastecimento de água e saúde. A proposta foi apresentada pela Comissão Europeia e deve ser aprovada pelo Parlamento Europeu. O objetivo principal é garantir a segurança das cadeias de suprimentos de tecnologia da informação e co...

Samsung se prepara para regulamentações mais rigorosas da UE com uma importante medida estratégica

A União Europeia impõe regras cada vez mais rígidas para grandes empresas de tecnologia, como Apple, Google e Samsung. Para enfrentar esse cenário, a Samsung contratou Jeremy Rollison, ex-executivo da Microsoft com vasta experiência em políticas digitais na UE. Rollison trabalhou na Microsoft por mais de dez anos, liderando a equipe de políticas europeias. Sua contratação reforça a presença da Samsung em Bruxelas, epicentro das decisões da UE, especialmente em áreas de inteligência artificial, computação em nuvem e cibersegurança. A Europa é um mercado crucial para a Samsung, representando 17% da receita da empresa em 2025. A nova legislação, como o Digital Markets Act, regula o mercado digital europeu, designando gigantes como Microsoft e Apple como guardiões digitais. Samsung não foi incluída nessa lista, mas precisa ajustar suas políticas para evitar futuras classificações. A experiência de Rollison pode ser decisiva para a conformidade e competitividade da Samsung na Europa. Fo...

UE assume o crédito pelos recursos do iOS 26.3 e diz que ele incentiva a inovação

A União Europeia celebrou as novas funcionalidades de interoperabilidade do iOS 26.3, que promovem maior abertura da plataforma e melhor suporte a dispositivos de terceiros. Entre as novidades está o sistema de transferência para Android, que permite migrar dados de iPhone para Android de forma prática e sem fio, inclusive transferindo o número de telefone. O Android beta também conta com recurso semelhante para migração para iPhone. Outra novidade importante é o encaminhamento de notificações para smartwatches não-Apple. Essas mudanças foram implementadas para cumprir a legislação antitruste do Digital Markets Act da UE. A Comissão Europeia reforça que a lei cria oportunidades para desenvolvedores lançarem produtos inovadores. O objetivo é construir um ecossistema digital mais interconectado beneficiando os cidadãos europeus. Essas medidas surgem após investigações sobre os termos da Apple para dispositivos conectados. O iOS 26.3 representa um avanço em direção a uma maior integração...

UE assume o crédito pelos recursos do iOS 26.3 e diz que ele incentiva a inovação

A União Europeia celebrou novas funcionalidades de interoperabilidade no iOS 26.3, ressaltando que impulsionarão a inovação no mercado de produtos e serviços digitais. Essa versão beta inclui recursos que facilitam o uso de dispositivos de terceiros, como smartwatches e a transferência de dados entre iPhones e aparelhos Android. O sistema permite a transferência completa de dados, fotos, mensagens e número de telefone entre os dispositivos, simplificando a migração para outra plataforma. Outro destaque é o repasse de notificações do iPhone para smartwatches de outras marcas, melhorando a compatibilidade. Essas melhorias surgem em resposta à legislação antitruste europeia, em específico o Digital Markets Act. A Comissão Europeia vê essas mudanças como um passo importante para um ecossistema digital mais interconectado e aberto. Desenvolvedores ganham novas oportunidades com as mudanças, beneficiando os usuários na União Europeia. As medidas refletem um esforço contínuo para equilibrar ...

O El Dorado de terras raras da China proporciona uma vantagem estratégica

A província de Jiangxi, na China, abriga a maior parte das minas de terras raras do país, essenciais para produtos como smartphones e tecnologia militar. A indústria é altamente protegida e pouco acessível à imprensa, funcionando praticamente 24 horas por dia. O número de pontos de processamento cresceu rapidamente, refletindo a estratégia chinesa para fortalecer seu domínio no setor. Em 2025, a China relaxou controles de exportação após um acordo comercial com os EUA, que buscam alternativas de fornecimento. A União Europeia também está investindo bilhões para reduzir a dependência chinesa, criando centros de materiais estratégicos. China concentra suas reservas principalmente em Jiangxi e em Bayan Obo, na Mongólia Interior. Desde a fala de Deng Xiaoping, o país domina o mercado global de terras raras, fundamentais para diversas tecnologias atuais. Fonte: https://finance.yahoo.com/news/chinas-rare-earths-el-dorado-033855821.html

Ottawa assina acordo de identificação digital com a UE: O aplicativo de teste já foi lançado

A União Europeia e o Canadá fortaleceram sua cooperação tecnológica após a primeira reunião do Conselho de Parceria Digital em Montreal. O foco está em inteligência artificial, sistemas de identidade digital e proteção da mídia independente. Ambos os lados buscam desenvolver sistemas de IA seguros, promover inovação e compartilhar práticas regulatórias. Também planejam expandir acesso a recursos computacionais para treinamentos em IA e explorar pesquisa conjunta. A parceria inclui o desenvolvimento de carteiras digitais interoperáveis e ações para apoiar o jornalismo diante do aumento de conteúdos gerados por IA. Amplia-se cooperação em 5G, cabos submarinos, tecnologias quânticas, semicondutores e cibersegurança para fortalecer a infraestrutura digital. O aplicativo GC Wallet já está disponível, permitindo armazenar credenciais digitais oficiais. A iniciativa, lançada em 2023, mostra a necessidade de colaboração internacional na transformação digital e protege interesses tecnológicos ...

Google é atingido por investigação de abuso de domínio da UE sobre ferramentas de IA

A União Europeia investiga o Google por possível abuso de posição dominante ao usar suas ferramentas de inteligência artificial para prejudicar concorrentes. A Comissão Europeia quer apurar se o Google impõe condições injustas a criadores de conteúdo e se beneficia sua IA em detrimento de rivais. A investigação também examina o uso de conteúdo de editores da web e o pagamento adequado a eles. Esta ação reforça o compromisso da UE em proteger a imprensa online e garantir competição justa no mercado de IA. A investigação sucede multas bilionárias aplicadas ao Google por práticas anticompetitivas em publicidade e Android. Além disso, há tensão com os EUA, especialmente com o governo Trump, que critica as penalidades e ameaça tarifas comerciais. O Google enfrenta outras sanções sob o Digital Markets Act, que busca regular grandes plataformas tecnológicas. A legislação permite ordens para suspender práticas suspeitas, sujeitas a recursos judiciais. Fonte: https://finance.yahoo.com/news/...

UE investiga Google sobre resumos gerados por IA nos resultados de pesquisa

A União Europeia iniciou uma investigação contra o Google por utilizar conteúdos de sites e vídeos do YouTube para alimentar suas ferramentas de inteligência artificial, sem compensar adequadamente os criadores. A preocupação é que os resumos gerados pelo AI, exibidos nos resultados de busca, diminuam o tráfego e a receita dos sites originais. A Comissão Europeia avalia se os produtores de conteúdo tiveram a opção de não participar desse processo. Grupos de defesa dos direitos dos criadores afirmam que essa prática prejudica a sustentabilidade do trabalho online. O Google alega que a investigação pode prejudicar a inovação tecnológica no mercado. A investigação também abrange um modo conversacional de IA que fornece respostas baseadas em diversos links. A Comissão ressalta a importância da proteção dos valores democráticos, diversidade midiática e acesso à informação. O caso evidencia o conflito entre inovação tecnológica e direitos autorais, que tem gerado debates intensos no âmbito ...

WhatsApp enfrenta investigação antitruste europeia sobre inteligência artificial

A União Europeia iniciou uma investigação antitruste contra o WhatsApp devido à sua política de inteligência artificial. A preocupação principal é que a plataforma possa estar limitando o acesso de provedores terceiros de IA, privilegiando seu próprio chatbot. O serviço de chatbot do WhatsApp foi lançado na UE em março após atrasos. A Comissão Europeia teme que a atualização recente da política bloqueie concorrentes enquanto mantém o serviço da Meta acessível. Meta, empresa controladora do WhatsApp, não se pronunciou sobre o assunto. Teresa Ribera, vice-presidente da Comissão, destacou o objetivo de evitar práticas que prejudiquem a concorrência no setor de tecnologia. A investigação visa proteger a inovação frente às grandes empresas de tecnologia. O processo envolve todos os países da UE, exceto a Itália, onde há uma apuração própria. A Comissão pretende agir com rapidez para evitar danos irreparáveis à competição na área de IA. Fonte: https://abcnews.go.com/Technology/wireStory/...

WhatsApp enfrenta investigação antitruste europeia sobre inteligência artificial

A União Europeia iniciou uma investigação antitruste contra o WhatsApp devido a mudanças em sua política de inteligência artificial. A Comissão Europeia está preocupada que o aplicativo esteja limitando o acesso de provedores de IA terceirizados, favorecendo seu próprio chatbot. Essa ação pode prejudicar a concorrência no setor de IA. O recurso de chatbot do WhatsApp foi lançado para usuários europeus em março após atrasos. A investigação analisa também os novos termos para clientes comerciais, que usam assistentes de IA para se comunicar via WhatsApp. A vice-presidente da Comissão afirma que é vital evitar o bloqueio de concorrentes inovadores pelas grandes empresas de tecnologia. O WhatsApp nega as acusações, afirmando que seu sistema não suporta tantos chatbots externos. A apuração ocorre em todos os países da UE, exceto na Itália, que tem sua própria investigação. O caso destaca o desafio regulatório de equilibrar inovação e competição no mercado de IA. Fonte: https://www.bosto...

A Europa está se curvando aos EUA em relação à política tecnológica

A pressão da administração Trump sobre reguladores europeus causou um enfraquecimento das medidas contra grandes empresas de tecnologia. Projetos importantes como o EU AI Act, Digital Services Act e Digital Markets Act enfrentam atrasos e podem ter seus termos suavizados. O setor de telecomunicações também está em crise, com desacordos entre países membros sobre prazos e fortalecimento de órgãos reguladores. A proposta do EU Space Act recebeu críticas dos EUA, que alegam que ela restringe suas empresas. Grandes empresas americanas resistem às regulamentações europeias, gerando negociações prolongadas. Além disso, os EUA influenciam decisões sobre espectro de rádio, favorecendo o setor de Wi-Fi em detrimento de operadores móveis. A cooperação tecnológica entre Europa e EUA está tensionada, com riscos de retrocessos nas políticas digitais europeias. Fonte: https://www.wired.com/story/europe-bends-us-digital-policies-eu-ai-act/

Trump tem uma receita para a guerra e a corrupção, não para a paz

O plano de paz proposto pelos Estados Unidos e Rússia para a Ucrânia não é realmente uma solução pacífica, mas uma iniciativa que enfraquece a Ucrânia e desune a América da Europa, preparando o terreno para futuros conflitos. Negociado por investidores sem conhecimento direto da região, o plano favorece interesses russos, incluindo o reconhecimento da ocupação de territórios ucranianos, enquanto impõe severas restrições à soberania da Ucrânia. Além disso, o documento envolve negócios bilaterais lucrativos entre americanos e russos, com lucros esperados a partir de ativos congelados, excluindo a Europa das negociações. O plano não garante segurança real para a Ucrânia e aumenta o risco de novas invasões. Também promove o retorno da Rússia à economia global e o fim das sanções, enfraquecendo a pressão internacional. Autoridades europeias e ucranianas foram surpreendidas e pressionadas a aceitar a proposta sob ameaça de perder apoio americano. O acordo agrava a desconfiança em relação à ...

A UE avaliará se as empresas de nuvem da Amazon e da Microsoft precisam de um exame mais minucioso

A União Europeia está avaliando se os negócios de nuvem da Amazon e da Microsoft devem ser classificados como “gatekeepers” sob a Digital Markets Act (DMA). Essa classificação impõe obrigações extras a grandes empresas de tecnologia para controlar seu poder de mercado. Atualmente, outras áreas das empresas, como Amazon Marketplace e LinkedIn, já possuem esse status. A decisão depende de critérios como número de usuários e influência entre negócios e consumidores. A dependência de serviços de nuvem, evidenciada pelo recente apagão da Amazon Web Services, demonstra sua importância. Amazon e Microsoft defendem que o setor é dinâmico e competitivo, e que a restrição poderia prejudicar a inovação e aumentar custos. A Comissão Europeia continuará investigando o impacto dessas empresas no mercado. O objetivo é garantir equilíbrio entre inovação, competição e proteção ao consumidor. Fonte: https://www.yahoo.com/news/articles/eu-assess-whether-amazon-microsoft-130048166.html